ABBI – Associação Brasileira de Bioinovação
linkedinyoutube

Bioinovação

A biotecnologia industrial ajuda a fazer mais com menos. Também conhecida como biotecnologia branca, utiliza enzimas e microrganismos para aprimorar os processos industriais e gerar materiais e produtos de alto valor agregado, em setores tão diversos como o de químicos, papel e celulose, mineração, têxteis e energia. As soluções atuais de biotecnologia industrial fornecem uma contribuição vital na transição das atuais práticas econômicas não-sustentáveis, para sistemas industriais renováveis – a economia circular e de base biológica – aliando inovação e sustentabilidade para a solução dos principais desafios globais.

Benefícios

  • Melhora a competitividade e a produtividade industrial em até 40%, diminuindo o uso de matérias-primas fósseis e recursos naturais, aumentando a eficiência e quantidade de processos de fabricação.
  • Acelera a transição de uma indústria de base não-renovável para uma economia circular, restauradora e regenerativa, evitando emissão de até 2.5 bilhões de toneladas de CO2 por ano.
  • Fornece segurança energética com emprego do etanol celulósico como alternativa limpa para o transporte urbano, reduzindo a importação de mais de 130 bilhões de litros de gasolina nos próximos 10 anos.
  • Contribui significativamente para um futuro com segurança alimentar e de baixo carbono, reduzindo a quantidade de terras necessárias para substituição de 10% da gasolina mundial por biocombustíveis avançados em 60%.
  • Viabiliza as biorrefinarias e a produção de bioprodutos que podem substituir o uso de petroquímicos em 25% apenas nos próximos 10 anos, maximizando o valor agregado e transformando a produção industrial sustentável.
  • Substitui os químicos tradicionais na produção de alimentos e bebidas, causando menor impacto sobre os sabores e cores naturais, resultando na redução de resíduos nocivos e uso de energia em seus processos.
  • Estimula a re-industrialização e a valorização das atividades rurais, ao aliar a alta competitividade do agronegócio às tecnologias de vanguarda desenvolvidas, pavimentando a transição para uma bioeconomia.